sábado, 14 de agosto de 2010
Secretamente
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Coisa Discreta
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Espaço Vazio
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Sem ti...
Amo-te
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Por Favor Perdoa-me...
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Mar em Lágrimas
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Momentos

escalo o maior dos teus sonhos,
concluo os meus finais risonhos
de te encontrar... e amar-te...
ler as tuas mãos com as minhas
acentuar os cúmplices momentos
dar-te tudo o que não tinhas...
nem que seja em pensamentos
Observei uma estrela
atravez de um olhar,
procuro-a no amar...
encontro-a no teu soletrar
num poema, numa tela
que estou a tentar decifrar
descodifico o meu coração
de puros sentimentos,
está tudo escrito na tua mão
quando me tocas...
nos nossos momentos...
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Encontrei...

D escobri Dias Depois
O casionalmente Olhei-te Os Olhos
R enasci, Refleti, Recordei...
O lhei-te Os Olhos Orvalhados
- (tracei traços traçados)
T entei Ter-Te...
E la... Eu Encontrei...
domingo, 23 de agosto de 2009
Meu Sol...

sinto o teu calor... tua luz
luz que me persegue e seduz
que perdura no meu pensamento... enlouquece-me
entristece-me de não te ver
nas noites solitárias do meu ser
Irradias sonho, poema, canção
és a minha inspiração...
sei que não te conhecem... não...
o teu brilho esconde o chorar
das tuas lagrimas que caem no mar
Meu sol, coração do universo
meu sonho ardente e preverso
quero voar em tua direção
derreter-me em ti... em verso
entrar na tua imensa solidão...
Quero decifrar cada raio de ti
amar o teu horizonte perfeito
sarar o meu coração desfeito
de te procurar aqui e ali
e não te encontrar...desolado
de sonhar que estiveste ao meu lado
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Atravessar...

Tenho dias que estou assim…
Nos ventos que trazem o fracasso
Luto contra o final…
E vejo o bem que é escasso…
Mas que me faz mal…
Procuro o meu anjo… constantemente
No meu desejo de caminhar em frente…
Abro o meu baú, sacudo o pó
Quero rever quem partiu… sem dó
Encontro-me com a minha nostalgia
Só com ela pressinto a magia…
Na garganta desfaço um nó,
Por sentir que a lágrima fugia
Sento-me no chão…
As recordações em meu redor
Os meus olhos transpiram dor
Os que partiram ficaram melhor?
Os que estão longe, não sinto o seu amor…
Atravesso tempestades…
Descalço… sobre pedras crispadas
Nestas palavras que saem como espadas
Que me matam devagar
No meu louco divagar
Mas nunca me tiram o respirar…
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Quero ser livre...

Quero libertar-me...
Navegar nas águas de um jardim,
Contigo ou sozinho...
Deixem-me ser golfinho
Abre a porta do mar, diz que sim...
Quero libertar-me...
Sei que nasci assim
Livre de prisões e correntes,
Amado em sonhos recentes
Vem me ver...
Teu amigo quero ser...
Quero ser livre...
Poder levar-te comigo
Ajuda-me a sair do castigo
Não quero viver num aquário,
Procuro-te no meu imaginário
Quero ser livre
Sempre... sempre contigo
Quero ser livre...
Saltar com toda a pujança,
Para não perder a esperança
De um dia ter o meu mar
Quem sabe se te vou amar...
Ou voltar a ser criança...
Quero ser livre...
Para te poder contar,
Os meus segredos e os do mar
Quem sabe se me vais amar...
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Isto será amor...?

e ver-te nadar ao luar…
Ouvir estrelas… no silencio que flutua…
Ver a terra… ver o mar…
Ver-te a ti… minha sereia nua…
Deito-me numa nuvem
Tento alcançar um anjo…
Fiquei com as asas… e voei…
É magnifica a paisagem,
Numa beleza em esbanjo
Como a ultima flor que te dei…
Brilha de noite a tua face
Nas ondas de um ventinho suave… que delicia
Que trás o perfume que vicia…
Em todo o amor que em mim nasce
Brilhantes no mar como espelhos pequenos
É a luz da lua esmigalhada
No meu coração destroçado
Deste meu desejo isolado
Que torna a fantasia desajustada
De dois amantes eternos
Quero saltar da lua
Nadar contigo ao luar…
Levar-te as estrelas… o universo
Odiar-te num perfeito inverso
Que é o simples verbo… amar...
Na terra… no mar…
Na lua… és minha… e toda nua…
terça-feira, 14 de julho de 2009
Pensem em mim...

Sou partícula do universo
Aquele que não tem fim…
Fica explicito neste verso
Que nunca serei o inverso
Do teu pensamento controverso
Pensa em mim…
Não fujo da verdade
Como pensas de mim… assim…
Só procuro a liberdade
Na tua carente felicidade
No silêncio da cidade
Pensem em mim…
O tesouro ainda procuro…
No fundo do jardim…
Em cada gota de chuva
Descalço na terra… no escuro…
Enxugo os olhos com a luva
Penso em mim…
Porque quero que acabe assim?
Pensa em mim…
Se fores capaz
Mas não tires a liberdade…
Tu chorarás
No dia que eu cair
Pensa em mim…
Penso que não pensaste tanto assim…
sábado, 4 de julho de 2009
Ocaso Marcante

Flutuo no ar em direcção a ti
Mas não te consigo alcançar…
Queria te encontrar…
Na praia sei que te vi
Mesmo debaixo de agua…
O teu raio de sol profundo
Luz que derrete a minha mágoa
Pelos caminhos do mundo
Passeio em terra e guio-me por ti
E mesmo escondido nas montanhas
Decerto não és moribundo
Inspiro-me por ti… aqui
E para te ver, subo muralhas.
Na tua ausência não há cores
O mundo fica escuro
E o ser humano inseguro
Pois sem sol não há amores
A água esmigalha-te em brilhantes
Num oceano lindo e Pacifico
E torna aí, as noites escaldantes
De momentos marcantes
Proporcionado por ti… que és magnifico!
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Quando amas alguem...

Consigo ouvir o teu nome
No bater do meu coração...
Consigo olhar as estrelas
E aumentar a minha paixão...
Faço as maiores loucuras…
Seco oceanos com a sede do amor,
O meu toque, leveza das ternuras,
Desafio o sol, com o nosso calor
Quando eu te amo…
Fico cego no teu brilhar
Nunca nego o teu beijar
Leio o teu corpo para o decifrar
E descubro o segredo para o eternizar
Quando nos amamos…
Acredito que podemos voar…
Acredito que podemos trocar
O teu sorriso pelo meu beijo…
Domas o meu selvagem desejo,
Sentimo-nos livres depois do clímax
Fumamos um cigarro… é o nosso relax
Quando amamos alguém…
Damos o sangue por esse coração
Damos a vida sem dizer não
Tocamos as mãos com sofreguidão
Amamo-nos… até á exaustão…
domingo, 14 de junho de 2009
...É Impossivel

Quero sentir o calor…de um cubo de gelo
Quero sentir a carga… de um pedaço de algodão
Quero olhar no escuro…ver aquele pêlo
Posso ver o amor…na seta de um cupido
Posso ver a amizade…no prometido e cumprido
Posso parar de pensar…mas continuas presente
Posso tentar surpreender…a ti, que és diferente
Quem sou eu… para chorares assim por mim?
Quem serás tu… para eu te amar tanto assim?
Quem somos nós… para dizermos algum não?
Quem somos… para nos amarmos em vão?
Quero estar só… na tal multidão
Quero-te nos meus braços… fazer-te uma prisão
Posso não ver o teu amor… sou tão estúpido…
Num peito de pedra... um coração esculpido
Que quando sentiu o teu, ficou amolecido.
Quero gelar as tuas lágrimas de amor
Para um dia as derreter com o meu calor
E fazer magia, ao misturar no meu suor
Continuo a odiar-te… por te amar
Continuo a amar-te… por seres indescritível
Insisto em ti… és o meu mar
Desistir de ti…é impossível
terça-feira, 9 de junho de 2009
Odeio-te porque te Amo

quarta-feira, 3 de junho de 2009
Mara(vilhosa) Criatura

A chuva toca-te… na tua tez...
Acentua todo o teu sofrimento
E caem gotas aos teus pés,
Não são as lágrimas de Deus,
São lágrimas do teu lamento…
Seguro os teus dedos com os meus
Neste poema… Apenas aqui…
No espelho, a tua imagem é incolor...
Apagaram os tons alegres em ti...
A minha amizade é para apagar a dor
Neste poema…que te escrevi
Vou mostrar-te as cores do mundo
Ao levar os pássaros à tua janela…
Mostro flores que te sorriem num segundo
Pela mulher que és… pessoa mais bela
O teu reflexo…ao dar… deixa-me perplexo
O que fazes aos outros num minuto
Outros há, que não o fazem numa vida
Decerto que será complexo
Porque a tua vida é uma ferida
E a tua tristeza é o meu luto
Serei guardião da tua magia...
Como se tudo acabasse amanhã
E não houvesse mais um dia...
Que não te considere um talismã
Escolhi este simples poema
Numa noite de céu sem nuvens
Onde as estrelas escrevem o teu nome
Com relâmpagos de amizade
Tempestade de beijinhos
Numa chuvada de miminhos
Pois és uma Mara(vilha) de pessoa
De lindos beijos Endiabrados
Esta foi a forma de expressar a minha amizade por ti... Ilya Mara (Sonhos/Pesadelos)
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Quando uma criança chora

Pela enorme lágrima que tem
Chora a saudade que sentes agora
Por seres Milésimo de alguém
De mim…
Esperas e chamas
Eu sei que me amas…
E gritas pela presença,
Não merecias tal sentença…
Linda criança que chora
Sei que te fiz sofrer,
Quando pelo portão saí…
Ao saberes que vou para fora
Fiz o teu coração tremer
Não fiquei para te proteger
Por isso aos poucos morri
Por ir tantas vez embora
Linda criança de olhos molhados
Escrevo nas lágrimas das minhas marés
Quando choro agarrado aos teus pés
Deito para fora os meus actos chorados
Mas sempre a pensar o mundo que és
Doce criança de olhos vidrados
Fechada no escuro, no maior segredo
Chora sozinho num triste abandono
Como um cãozinho que perdeu o dono
Em lágrimas carregadas de sentimentos fechados.
Linda criança de pérolas nos olhos
Tua lágrima faz de ti um guerreiro
Que ultrapassa tudo… o mundo inteiro
És o meu orgulho, o maior dos soldados
E eu o maior dos apaixonados
Amo-te… meu filho.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Vivo por ti... Sinto-te

Ao deixar de ver a tua imagem… a tua mão…
Tive de te procurar no meu sonho,
E nele só encontro o escuro…
Vagueio por esse sonho medonho
De quem me seduz sem amor
Sem uma luz nem uma cor…
Aprendi que a solidão
É passear e não te ver na multidão
É andar descalço sob vidros partidos
Onde encontro sangue apenas nas lágrimas
Por não te ter… nem na ilusão
E cada gota que cai nestas paginas,
Cada nota que sai destas músicas
Faz-me sentir que te sinto,
Acredita que não te minto
Porque vivo por ti… amor
Mas vivo sem ti… que dor!
Nós… eu e tu… tu e eu
Não existe, por mais que insiste
Qualquer outro sei que desiste
Pois ninguém quer a minha solidão
Por eu ter o coração na tua mão…
Fecha a tua mão e abre os braços
Para eu entrar na tua imensidão
Nós… eu sinto
Vivo por ti…

As mãos das entrelinhas
A lua disse-me ter descoberto
Belas provas de amizade
Cantando lealdade nas palavras ao ler
Doando textos insinuando realidade
É essa a tua verdade?
Falsidade escondida em letras
Gritos nas entrelinhas indiferentes
Humor para disfarçar tudo o resto
Ideias camufladas na beleza
Jardins de amores proibidos e tristeza
Laminas nas veias poéticas
Minando bombásticamente os sentidos e éticas
Naufragando as magoas na propaganda
Omitindo o ocaso real do anoitecer ali
Pedindo para ter dó do luar
Quando havias de chorar para ti
Recolhido no teu canto, no teu ar
Sentir o mar no seu horizonte
Tal como o sol num monte
Unicamente a dar sem retorno
Valorizando a luz do luar na pedra em adorno
Xisto liso, lousa com giz e escreve aí
Zelar por todos... e não por ti…







