
O que pontifica na caneta advém do mais íntimo,
Do ínfimo pormenor do pensamento
Transposto por uma mão… o seu deslumbramento,
Pelo existente relacionamento
Entre os dedos e o subconsciente.
E o poema é o seu transcendente.
Perante esta definição, impõe-se uma razão.
Para que é um poema publicitado?
A que serve a vulgarização e a sua divulgação?
Alimentar um ego que julgo propositado.
O que penso de um poema…
É o fruto de desabafos caídos num chão de palavras
Ou colhidos numa arvore de interioridades,
Num campo neutro sem pátria.
Poema não é concebido por interesse,
É dado a troco de nada, oferecido por amizade.
Poemas,
Aqueles que saíram da minha arvore
Feitos por amor a um filho,
Por amizade, saudade e verdade,
Alguns são gritos escritos pelo âmago
Por consequente, presenteio os que me são semelhantes…
O que criei aqui é teu e meu
E sei que compreenderás,
Decerto será o motivo por ter poucos amigos
Por dar a minha arvore a ti e não propagar.
E ao reflectir no mais profundo
Sei que são poucos amigos mas bons.
Os melhores do mundo…
Dedicado com muito carinho aos meus amigos que visitam o Milésimo, pra vocês este blog existirá e estarei sempre presente.
Do ínfimo pormenor do pensamento
Transposto por uma mão… o seu deslumbramento,
Pelo existente relacionamento
Entre os dedos e o subconsciente.
E o poema é o seu transcendente.
Perante esta definição, impõe-se uma razão.
Para que é um poema publicitado?
A que serve a vulgarização e a sua divulgação?
Alimentar um ego que julgo propositado.
O que penso de um poema…
É o fruto de desabafos caídos num chão de palavras
Ou colhidos numa arvore de interioridades,
Num campo neutro sem pátria.
Poema não é concebido por interesse,
É dado a troco de nada, oferecido por amizade.
Poemas,
Aqueles que saíram da minha arvore
Feitos por amor a um filho,
Por amizade, saudade e verdade,
Alguns são gritos escritos pelo âmago
Por consequente, presenteio os que me são semelhantes…
O que criei aqui é teu e meu
E sei que compreenderás,
Decerto será o motivo por ter poucos amigos
Por dar a minha arvore a ti e não propagar.
E ao reflectir no mais profundo
Sei que são poucos amigos mas bons.
Os melhores do mundo…
Dedicado com muito carinho aos meus amigos que visitam o Milésimo, pra vocês este blog existirá e estarei sempre presente.







